sabedoria dispersa
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Boa noite.
Consegui um feito quase que inedito.
Em uma visita a casa loterica ara pagar algumas contas.Em meio a varias pessoas que se encontravam na fila
comecei a puxar conversa com um casal de idosos que ali estava.
Bem aventurado aquele casal,que durante longos 40 anos de casado,refletia as benções de diálogo.
Qual foi minha surpresa,quando a senhora,iniciou uma longa e gostosa conversa comigo.
Ela não dava espaço para o marido falar.Contou-me quase toda sua história de vida.E ele em silêncio apenas confirmava
suas indagações.
Neste feito de conversa, vi que a fila já tinha andado e muitas das pessoas ali na espera,ficaram ouvindo os feitos deste casal.Até que a atendente nos chamou a atenção para dirigirmos ao caixa.
Não satisfeito com a moral de sua vida,os convidei para tomarmos um café na padaria próxima.
Bem o restante da conversa e suas aventuras,daqui a pouco posto.
São lições que com certeza nos marcara para o resto da vida.
sábado, 27 de setembro de 2014
Tudo esta muito perto.Mas as distâncias do vivo,nos deixa longe.
Comentar sobre as distâncias de pessoas é muito comum principalmente para aquelas famílias que moram longe umas das outras.
Mas a distancia que estou me referindo hoje,é a distancia da pessoas que esta ao seu lado.
Vejo entre todas as idades,no mesmo ambiente ,maridos/esposas,filhos/pais,namorados/namoradas,e assim segue.Sentados uns ao lado do outro.(Fantasmas).
Não há providências de dialogo.Não há carinho (toque),não há brincadeiras etc...
Onde foi parar nossa sensibilidade,nossa cultura de contar o dia.
O pai chega em casa,e nada de dar uma boa noite.
A mãe já não conversa com a filha.porque a filha não sai do celular ou computador.
O filho não brinca com os vizinhos,porque desconhece sua cultura de dialogo.
Mas até onde iremos parar?
Qual será o fim desta vivencia distanciada?
Assinar:
Postagens (Atom)